Segmentos

O problema é o mesmo. O vocabulário é que muda.

Quem contrata serviço tem sempre a mesma pergunta em aberto: quem está apto a entrar hoje. O que varia é a norma aplicável, o tipo de EPI e a profundidade da cadeia de subcontratação.

Indústria

No dia a dia, poucos contratos estáveis. Na parada, 400 pessoas de 30 empresas entrando na mesma semana.

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Construção civil

Empreiteira contrata subempreiteira, que contrata mais gente. O canteiro enche e esvazia toda semana.

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Condomínios

Poucas empresas, contratos longos, e uma responsabilidade que recai sobre o condomínio e sobre o síndico pessoalmente.

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Shopping centers

Duas cadeias diferentes no mesmo prédio: quem a administração contrata e quem cada lojista traz para reformar.

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Mineração

Em muitas operações, o efetivo terceirizado supera o próprio. O padrão de exigência é o mais alto do país.

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Petróleo e gás

Exigência entre as mais altas do país, efetivo majoritariamente contratado e cliente que audita você do mesmo jeito que você audita o fornecedor.

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Siderurgia e metalurgia

Calor, massa e energia concentrados, e um efetivo de manutenção que, em muitas usinas, é majoritariamente de terceiros.

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Hospitais e saúde

Limpeza, manutenção, lavanderia, resíduos e obra convivendo com paciente, e uma norma específica que quase nenhum prestador conhece bem.

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Energia e utilities

Poucos endereços fixos e muitos pontos de trabalho. A pergunta "quem está apto" precisa ser respondida em campo, não no escritório.

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Logística e transporte

Operação distribuída, contratação por pico e um equipamento que responde por boa parte dos acidentes do setor: a empilhadeira.

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Agronegócio

Sazonalidade extrema, alojamento dentro do escopo e uma fiscalização que trata irregularidade rural com severidade particular.

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Outros setores em que o Conformo se aplica

O Conformo atende estes setores sem página dedicada, por escolha editorial: página de segmento que só troca o nome do setor no mesmo texto é conteúdo raso, cansa o leitor e o Google trata como tal. Quando tivermos material de verdade sobre um deles, a página nasce.

SetorO que costuma ser específico dele
Gestão de terceiros para petroquímicaNR-20 por classe de instalação, com nível de treinamento diferente por função.
Gestão de terceiros para metalurgiaNR-12 em prensas e conformação; forno e poço entram como espaço confinado.
Gestão de terceiros para alimentosControle sanitário somando-se ao de SST; amônia e espaço confinado na utilidade.
Gestão de terceiros para transportadorasMotorista de terceiro, documentação do veículo e jornada fora da sua planta.
Gestão de terceiros para telecomunicaçõesTorre e poste puxam NR-35 e NR-10; a cadeia de subcontratação é longa.
Gestão de terceiros para varejoObra de loja fora do horário e prestador contratado pelo lojista, não por você.
Gestão de terceiros para empresas de limpezaAlta rotatividade, produto químico e contratos longos de baixo valor.
Gestão de terceiros para empresas de segurançaReciclagem de vigilante, escala e documentação específica da atividade.
Gestão de terceiros para manutenção industrialA maior concentração de subcontratação e de NRs simultâneas do país.
Gestão de terceiros para facilitiesMuitos contratos pequenos, equipe trocando toda semana e acesso diário ao prédio.

Como escolher por onde começar

Se a sua operação aparece em mais de um destes recortes (o que é comum em grupos com plantas de naturezas diferentes), comece pela unidade com o maior número de empresas contratadas ativas. É onde o controle manual já está saturado, e é onde o resultado aparece no primeiro mês.

Traga o contrato mais complicado do seu setor

A regra documental se configura pela norma que vale na sua operação. Numa conversa curta dá para ver como ela fica no Conformo.